Metodologia
Como o laudo veicular é feito
O laudo reúne, a partir da placa, informações de bases públicas e privadas sobre o veículo, organiza tudo por assunto e resume o resultado numa nota de A a E. Esta página explica cada etapa.
De onde vêm as informações
As informações são obtidas por meio de fornecedores especializados em dados veiculares, que consultam bases como:
- Registro do veículo: cadastro nacional (RENAVAM) e bases estaduais dos Detrans.
- Financiamento: registros de gravame (alienação fiduciária, arrendamento e reserva de domínio).
- Restrições judiciais: RENAJUD.
- Multas: RENAINF e bases estaduais; débitos: IPVA e licenciamento.
- Roubo e furto, recall e leilão: bases públicas e privadas de ocorrências, campanhas e leilões.
- Valor: Tabela FIPE.
A nota de A a E
O Índice Verifica Dados olha cinco eixos — procedência, situação legal, custo para regularizar, segurança e o proprietário registrado — e dá a cada verificação um peso conforme o risco que ela representa para quem compra. A nota resume isso; os detalhes de cada item continuam no laudo.
Quando uma fonte não responde
O bloco aparece marcado como não verificado — nunca como “nada consta”. Se a fonte não cobrou pela informação que faltou, o valor daquele bloco volta para você em crédito.
Limites
- O laudo mostra o que está registrado nas bases; um fato que nunca foi registrado não aparece.
- Não substitui a vistoria presencial (cautelar), que confere o carro fisicamente.
- Não encontrar registro de leilão ou sinistro reduz o risco, mas não é uma prova.
Veja como o resultado fica no laudo de exemplo.